

Infelizmente, é uma marcha irreversível do atraso que dizima áreas colossais de florestas.
Em 1994, "Dança do Ouro" ganha uma nova versão e a inclusão de uma das vozes mais bonitas da história do rock. Em parceria com o Boca Livre, Jon Anderson canta nesta faixa (em português) e participa do coro de vozes, enriquecendo ainda mais o arranjo musical.
"Deseo" é uma panorâmica musical de John Anderson pela América do Sul, ao estabelecer parceria com músicos da região, gravando canções com fortes influências latinas.
Contra a reforma do Código Florestal, que se aprovado no Senado será uma sangria desatada na Floresta Amazônica e a sua transformação permanente em solo árido [ao se desmatar Reservas e Áreas de Proteção Ambiental se promove a aridez irreversível do solo (devido ao seu substato arenoso)], a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), a ABI (Associação Brasileira de Imprensa), o Fórum de ex-Ministros do Meio Ambiente, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), a ABONG (Associação Brasileira das ONGs), o Greenpeace Brasil, o Movimento SOS Florestas, o SOS Mata Atlântica, o WWF Brasil e várias outras Organizações formaram a Coalizão #Floresta Faz a Diferença.
/Abaixo Assinado contra o projeto de lei que altera, inescrupulosamente, o Código Florestal e a favor de um Código que preserve as Florestas do Brasil/
//COORDENADAS//
/Imagem#1 (de Abertura)/ "Paisagem" - do artista Aldemir Martins que retratou com maestria a situação do povo brasileiro.
/Imagem#2/ "Peixe" - pintura de Aldemir Martins.
/Imagem#3/ "Baleia" - desenho de Aldemir Martins para a personagem do livro "Vidas Secas" de Graciliano Ramos.
/Imagem#4/ "Pássaro" (1958) - desenho de Aldemir Martins.
/Imagem#5/ "Caju e Bananas" - mosaico de Aldemir Martins.
/Imagem#6/ Capa do disco "Deseo" de Jon Anderson.
/Imagem#7/ "Pavão" (1995) - obra de Aldemir Martins.
/Imagem#8/ "Garimpeiros" (1962) - desenho de Aldemir Martins.
/Letra de "Dança do Ouro/
Eu vi o Sol nascendo
A Terra e a Luz
O Sol que nasce em Cuzco
Brilha também no céu
De Brejo da Cruz
Não é por acaso
Que o acaso mora ao lado
E não se foi ainda
Nada do que foi será
Ao sul dessa América
Tão linda
Eu vi o Sol morrendo
Dançando pelas sombras
Tiros de arcabus
Os homens e seus filhos
Brigando pelas sobras
Com os urubus
Manchas de um ocaso
Marcas do atraso
Ouro pós sangria
Cólera e os Pantanais
Dos Andes às Gerais
O que será um dia
E cantar...
E chorar...
Eu vi o Sol nascendo.